(Pv 6.9) “Ó preguiçoso, até quando ficarás deitado? Quando te levantarás do teu sono?”
(Pv 10.26) “Como vinagre para os dentes, como fumaça para os olhos, assim é o preguiçoso para aqueles que o mandam”.
(Pv 12.27) “O preguiçoso não assará a sua caça, mas o bem precioso do homem é ser diligente”.
(Pv 13.4) “A alma do preguiçoso deseja e coisa nenhuma alcança, mas a alma dos diligentes engorda”.
(Pv 15.19) “O caminho do preguiçoso é como a sebe de espinhos, mas a vereda dos retos está bem-igualada”.
(Pv 19.24) “O preguiçoso esconde a mão no seio; enfada-se de a levar à boca
(Pv 20.4) “O preguiçoso não lavrará por causa do inverno, pelo que mendigará na sega e nada receberá”.
(Pv 21.25) “O desejo do preguiçoso o mata, porque as suas mãos recusam-se a trabalhar”.
(Pv 12.27) “O preguiçoso não assará a sua caça, mas o bem precioso do homem é ser diligente”.
(Pv 13.4) “A alma do preguiçoso deseja e coisa nenhuma alcança, mas a alma dos diligentes engorda”.
(Pv 15.19) “O caminho do preguiçoso é como a sebe de espinhos, mas a vereda dos retos está bem-igualada”.
(Pv 19.24) “O preguiçoso esconde a mão no seio; enfada-se de a levar à boca
(Pv 20.4) “O preguiçoso não lavrará por causa do inverno, pelo que mendigará na sega e nada receberá”.
(Pv 21.25) “O desejo do preguiçoso o mata, porque as suas mãos recusam-se a trabalhar”.
Subsídio I
• O negligente (preguiçoso) é irmão do desperdiçador. Não desperdice seu tempo e as oportunidades que Deus tem concedido a você. O desperdício leva à miséria, à pobreza.
• A preguiça acaba matando, não fisicamente, mas os nossos desejos e planos (Pv 21.25). Ela nos impede de avançar, conquistar o melhor.
• A preguiça paralisa (Pv 26.13). É como se um leão estivesse em seu caminho, impedindo-o de avançar.
• O preguiço quer estar sempre deitado, dormindo, ele quer sobra e água fresca (Pv 26.14). Logo não consegue realizar seus objetivos.
• A preguiça acaba matando, não fisicamente, mas os nossos desejos e planos (Pv 21.25). Ela nos impede de avançar, conquistar o melhor.
• A preguiça paralisa (Pv 26.13). É como se um leão estivesse em seu caminho, impedindo-o de avançar.
• O preguiço quer estar sempre deitado, dormindo, ele quer sobra e água fresca (Pv 26.14). Logo não consegue realizar seus objetivos.
Subsídio II
“Uma série de advertências 6.1-19
O livro de Provérbios está repleto de sinais de advertências, luzes vermelhas piscando para nos alertar do perigo e do desastre à frente. Nessa seção temos quatro dessas luzes vermelhas piscando. Essas advertências nos lembram mais uma vez da relevância da mensagem de Provérbios. Numa época de revolta moral e de relativismo ético, é bom ler com frequência as palavras diretas e francas dos sábios de Israel que falavam francamente dos males dos seus dias e indicavam aos jovens o caminho da sabedoria que é o caminho de Deus.
Não seja preguiçoso (6.6-11)
[...] A segunda advertência trata das virtudes da diligência e do zelo pelo trabalho. As advertências contra a indolência são frequentes em Provérbios. O mestre acreditava que a preguiça atrapalhava a prosperidade (10.4; 12.11). Salomão se volta aqui à natureza para apresentar um exemplo de diligência (cf. 1 Rs 4.33). A formiga, mencionada somente aqui e em 30.25, pode nos ensinar algumas lições sobre o zelo pelo trabalho e a previdência. Ela trabalha diligentemente e voluntariamente para preparar no verão o alimento para o inverno que está adiante.
A ocorrência tripla da expressão um pouco (v. 10) destaca o fato de que pequenas negligências resultam em grandes deficiências. Hoje, só mais um gole antes de pegar o volante pode resultar em grandes tragédias. O sábio adverte que, como resultado da indolência repetida, a pobreza e a necessidade sobrevirão ao preguiçoso (v. 11)” (Comentário Bíblico Beacon. Vol 3. 1ed. Rio de Janeiro: CPAD, p. 372).
Não seja preguiçoso (6.6-11)
[...] A segunda advertência trata das virtudes da diligência e do zelo pelo trabalho. As advertências contra a indolência são frequentes em Provérbios. O mestre acreditava que a preguiça atrapalhava a prosperidade (10.4; 12.11). Salomão se volta aqui à natureza para apresentar um exemplo de diligência (cf. 1 Rs 4.33). A formiga, mencionada somente aqui e em 30.25, pode nos ensinar algumas lições sobre o zelo pelo trabalho e a previdência. Ela trabalha diligentemente e voluntariamente para preparar no verão o alimento para o inverno que está adiante.
A ocorrência tripla da expressão um pouco (v. 10) destaca o fato de que pequenas negligências resultam em grandes deficiências. Hoje, só mais um gole antes de pegar o volante pode resultar em grandes tragédias. O sábio adverte que, como resultado da indolência repetida, a pobreza e a necessidade sobrevirão ao preguiçoso (v. 11)” (Comentário Bíblico Beacon. Vol 3. 1ed. Rio de Janeiro: CPAD, p. 372).
Telma BuenoEditora responsável pela Revista Lições Bíblica Jovens

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